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A apresentação intimista de Dior para a alta-costura

De volta aos desfiles presenciais com plateia, a Dior foi quase intimista para apresentar sua Couture – em comparação com o megashow em Atenas para a coleção Cruise, duas semanas atrás. Mas nem por isso com vontade de fazer menos: Maria Grazia Chiuri convocou a artista plástica francesa Eva Jospin para cobrir as paredes do salão no Musée Rodin com uma intrincada floresta bordada à mão. 
O foco no trabalho manual não é gratuito: afinal, estamos falando de Alta-Costura aqui, quando as maisons têm a chance de exibir todos os trabalhos mais preciosos dos seus ateliês. A Dior quis conversar exatamente sobre o trabalho da sua equipe de bordadeiras especializadas e refletir sobre como esse delicado tipo de arte têxtil nos une através das mãos. 
O foco também é na tapeçaria – especialmente as que adornam as paredes da Sala dei Ricami no Palacio Colonna, em Roma. Todo um grande mote para forrar os pesados e cinzentos looks da Couture de inverno 2021/22, feitos em lãs e tweeds diversos e adornados com plumagens nos casacos com a cintura escultural do clássico Bar. 
Em compensação, a quantidade do uso do bordado é bem discreto, como manda uma vontade de moda contemporânea, enquanto muito dos tecidos são feitos manualmente, em tear e patchwork — como nas capas e cabans. Para quem não precisa de looks para invernos mais rigorosos, o mood da tapeçaria também está lá, nos tons dos twinsets acetinados e na estamparia floral.

O artigo A apresentação intimista de Dior para a alta-costura foi publicado pelo L'Officiel Brasil.

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