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Modelo, transexual e ativista, Teddy Quinlivan fala abertamente sobre assédios na moda

Sua presença nas capas de revista e nos desfiles mais concorridos, ao lado de outras modelos transgênero ou sem gênero – de gênero neutro, como Valentina Sampaio, Andreja Pejic e Oslo Grace –, é a prova concreta de que a beleza não tem sexo. Mas, enquanto a moda e as diversas mídias estão cada vez mais à vontade para abordar as questões de gênero, uma onda populista vem ganhando força em determinados países, como no Brasil, onde o número de atos violentos contra os transexuais só aumenta. Nos Estados Unidos também, pois a política de Donald Trump estigmatiza a comunidade LGBT. Em um contexto como esse, Teddy é uma pessoa engajada. 

Criada em Worcester, uma pequena cidade perto de Boston, Teddy conheceu muito cedo o reflexo do ódio e da ignorância. Ainda na pele de um menino, ela participava de torneios de snowboard nas montanhas de Vermont como uma forma de escapar dos maus tratos de que era vítima na escola. Teddy começou seu tratamento hormonal na adolescência. Ela convenceu seus pais que era fundamentalmente uma mulher e eles acabaram a enviando para um internato de meninas. Aos 17 anos, ela começou sua carreira de modelo ao se instalar em Nova York, onde enfrentou o lado obscuro da indústria. 

O artigo Modelo, transexual e ativista, Teddy Quinlivan fala abertamente sobre assédios na moda foi publicado pelo L'Officiel Brasil.

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