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O aquecimento perfeito para se sintir pronta para a noite quente com o boy!

Por Da Redação

access_time 12 ago 2017, 19h46 – Publicado em 12 ago 2017, 18h00

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— Sinta o quanto quero te f@#$.

Ela tenta puxar a mão, seus olhos estão tão grandes que posso me afogar neles, mas, como eu esperava essa atitude dela, aperto sua mão com mais firmeza no meu pau por cima da calça do pijama, que não deixa muito à imaginação.

— Solte-me… — ela diz num fio de voz, que soa como um canto de sereia para mim. Puxo-a bruscamente e ela cai em meus braços. — Você é louco!

— Sim, eu sou — beijo-a com força quando rolo na cama com ela por baixo de mim. Exatamente onde a queria desde sempre. Ela tinha um corpo maravilhoso, curvas nos lugares certos.

Empurro-a contra o colchão e levanto seus braços para cima de sua cabeça, fazendo seus seios virem direto para mim. Desço minha boca e degusto com prazer seus mamilos por cima da sua camiseta branca e fina. Sugo forte, e ela geme enquanto empurra mais em minha direção. Levanto minha cabeça pouco depois para apreciar meu trabalho.

Uma mancha molhada mostra seu mamilo ereto e duro, fazendo minha boca salivar querendo mais. Dou o mesmo tratamento para o seio invejoso do outro lado e sinto Alicia se contorcendo debaixo de mim, entregue. Deixo uma trilha de beijos por seu pescoço até sua boca e a beijo com fome. Nossas línguas deslizam e entrelaçam, e gememos juntos quando minha mão vai para dentro do short dela e acaricio sua b!@#$ lisa. Minha viuvinha empurra seus quadris ao encontro da minha mão, com abandono.

Ela está tão excitada! Massageio seu clitóris intumescido, ela grita em minha boca e tremores saem do seu corpo. Ela treme toda. E eu estava prestes a gozar só de vê-la tão excitada. Toda minha. Vermelha e desfeita, pronta para meu bel-prazer.

— Tão ávida, bebê… — sento e começo a tirar suas roupas. Mas as mãos dela seguram meus pulsos, me impedindo de executar a tarefa. — O que houve?

— E-eu… não posso — balbucia, mas seus olhos vítreos e ansiosos dizem outra coisa. Sua indecisão faz a raiva de mais cedo voltar.

P!@#, por que ela se nega tanto?! Ela tinha um olhar de foda-me, os homens sabem essas p!@#$s, porém essa boca dela sempre abre para se negar.

— Não pode? Deixa eu mostrar que pode, Alicia — agarro seus quadris e removo seu short — Você pode e vou te fazer gozar forte e várias vezes! — envolvo seu clitóris na minha boca, sugando tão duro quanto posso. Levo dois dedos dentro dela, e as paredes de sua vagina apertam meus dedos, estrangulando-os. P!@#$ nenhuma que ela não pode. Vou provar que ela pode qualquer coisa que ela quiser.

— Ohhh, sim — ela sussurra tremendo quando goza tão rápido que me surpreende. — Ah, Bruno!

Ah, sim, agora ela acertou meu nome. Estou assistindo a viuvinha se desfazendo lânguida sob meu toque, mas ainda não terminei com ela. Castigo sensualmente seu clitóris e a faço gritar outra vez. Convulsionando de prazer, é assim que desejei vê-la desde que a conheci. Sorrio satisfeito comigo mesmo.

(…)